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No início de 2012 a nbs criou o primeiro negócio voltado para impacto social de uma empresa do ramo publicitário: a nbs rio+rio. Com um trabalho reconhecido e admirado por moradores de diversas comunidades da cidade do Rio e iniciativas como o Projeto Favelagrafia, que ganhou projeção mundial e mudou a vida de jovens fotógrafos de nove favelas, a nbs rio+rio foi responsável por desenvolver um novo jeito de pensar e implementar projetos. 

Passados seis anos de trabalho de campo e aprofundamento nas favelas do Rio de Janeiro, a nbs decidiu expandir seu território de atuação e lançou a nbs SoMa – Social Marketing. A nbs SoMa seguirá o mesmo modelo da nbs rio+rio, mas agora com uma abrangência nacional. 

Na nbs SoMa, todos os projetos seguem a mesma orientação: precisam produzir alguma transformação na realidade dos moradores e, ao mesmo tempo, precisam gerar retorno financeiro e/ou reputação para as marcas envolvidas. Os projetos da nbs SoMa podem ser viabilizados por meio de verba direta ou com verba incentivada.

 
 

Um novo olhar para as favelas cariocas,
uma nova perspectiva, as favelas sendo mostradas por quem mais entende delas:
os moradores.

 

O projeto Favelagrafia apresentou para o mundo nove fotógrafos, nove moradores, nove sonhadores que usando as redes sociais mostraram uma outra favela, um lugar que as pessoas “de fora” não conheciam.

 

 

 
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Praticar esporte é para todos,
não tem hora e nem lugar para acontecer.

 

Foi pensando nisso que criamos o projeto Quadras Inesperadas. Um pouco de tinta e muita imaginação transformaram lugares vazios dentro da Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, em pontos de encontro – e de prática esportiva - para a molecada local.

 
 
 

Cinco mulheres, cinco histórias,
cinco biografias entrecruzadas
pelas dificuldades de ser mulher,
viver na favela e empreender.

 

Mas juntas pela coragem, talento e capacidade de superar desafios. Cinco biografias que ainda não terminaram, não têm um capítulo final porque as histórias dessas cinco mulheres ainda não terminou. Ao contrário, está apenas começando.

 
 
 

Com foco no talento literário das periferias, uma exposição e um pouquinho de polêmica, o projeto Literatura Exposta juntou dez escritores com dez artistas visuais que interpretaram as obras. Desse trabalho nasceu uma exposição que deu o que falar.

 

Era exatamente o que a gente estava
procurando. Colocar o holofote na periferia.